
Hoje, atingimos a meia centena de Blogs solidários com a nossa campanha – Adopte uma atitude, para sensibilização para o debate sobre a adopção em Portugal.
Agradeço a solidariedade de todos os autores, que colocaram o símbolo da campanha e que têm escrito nos seus blogs acerca deste tema.
Com 70 emails enviados para os nossos deputados (ainda faltam 160), já recebi uma resposta da Sra. Deputada Ana Benavente (Secretária de Estado da Educação em 1999-2001), que frisou - Divulgarei a sua iniciativa e estou ao seu dispor para o que for útil.
Irei continuar a enviar os restantes emails ao longo dos próximos dias, com a esperança de que mais respostas possam aparecer.
Bem hajam, todos os actuais e futuros divulgadores desta campanha.
PauloS
dá para me dizeres que tenho que fazer ... tenho tido pouco tempo disponível e perdi-me desta tua iniciativa
carolllina@hotmail.com
GIN
Afixado por: GIN em dezembro 15, 2003 10:33 PMViva. Gostei da descoberta que aconteceu ao "tropeçar" quase por acaso neste blog... Parabéns pela iniciativa e pela campanha em curso.
Sou novata em blogs e ainda mais em adopções... Na verdade sou uma "candidata a tia", e ainda que a minha experiência (e ansiedade) não seja em tudo idêntica à dos pais, o meu empenho não é menor...
Tenho dois filhos e essa experiência diz-me que não é possível "andar" grávida(o) durante anos, estar preparada(o) para que o encontro se dê um destes dias... ou um destes anos...
No meio das minhas deambulações para perceber este (por vezes sinuoso) caminho, há uma questão que neste momento me parece central... que gostaria que comentassem, sobretudo se alguém tiver "dados" que não confirmem esta minha "inquietante impressão"...
Aqui vai: Apesar do "optimismo" com que vejo a nova lei, receio que o grande problema persista em relação aos milhares de crianças que se encontram em instituições de solidareidade social, que efectivamente não são devidamente sinalizadas e, muito menos, têm um projecto de vida definido (ou em definição...). Essas instituições são subsidiadas em função do número de crianças, e em alguns casos de que tenho notícia não há a menor vontade de encaminhar as crianças seja para onde for... porque cada uma delas representa uma dotação em termos de subsídio, que me dizem ser tanto maior quanto menor a idade da criança... Não me refiro a centros de acolhimento dependentes directamente da SS mas a todo um "mundo" de internatos subsidiados... "abandonados"... e que assim preferem continuar porque os seus dirigentes pretendem manter a sua inteira autonomia.
Não será este também um dos factores da enorme discrepância entre o número de crianças institucionalizadas e o número de crianças encaminhadas para adopção?
PS- Como sou novata nestas coisas inseri este comentário também noutro lugar, mas acho que o lugar dele é mesmo aqui! Desculpem a duplicação!
Ana
Essa também é a minha indignação neste momento. Vejo essas instituições a proliferarem ou a fazerem peditórios e não os vejo a assumir a fun~ção principal: reencaminhar as crianças para os imensos casais que esperam anos a fio.
A juntar a isto temos a burocracia costumeira do nosso país e a excessiva "demora" dos funcionários públicos.
Não sei se poderemos dizer que a principal função das IPSS's com internatos será a de encaminhar as crianças para a adopção... admito que não seja. Mas o que me parece óbvio é que todas as crianças têm que estar devidamente sinalizadas e com um projecto de vida definido (ou em definição...). E por que isso não acontece muitas delas "arrastam" a sua infância num limbo que ninguém parece controlar. Entre elas estarão concerteza bastantes que poderiam (e deveriam) ser encaminhadas para a adopção.
Por isso pergunto, a propósito da campanha em curso: não poderemos em primeiro lugar reinvindicar que sejam identificadas todas as situações de crianças institucionalizadas e tornados públicos os mecanismos que asseguram que não há "crianças no limbo???" É que eu conheço algumas instituições que são um verdadeiro limbo, onde não há técnicos, os técnicos da SS não vão lá, e em certos casos nem se sabe bem como é que as crianças ali foram parar.
Lamento que o processo de adopção seja tão longo e cansativo.
Nós estamos há 14 meses para análise do nosso qusetionário!? Falta a visita domiciliária e a resposta.
E depois? Muitos mais meses.
E os milhares de crianças que querem um colo e muito carinho?
Quando questionada a Segurança Social: o problema são os politicos que não desponibilizam receitas para técnicos, de modo acelarar os processos. Será?
E a lentidão dos tribunais de familia? Falta de vontade politica!? Falta de meios!? Ou outros!?
Parabéns por esta iniciativa.
Lamento que o processo de adopção seja tão longo e cansativo.
Nós estamos há 14 meses para análise do nosso qusetionário!? Falta a visita domiciliária e a resposta.
E depois? Muitos mais meses.
E os milhares de crianças que querem um colo e muito carinho?
Quando questionada a Segurança Social: o problema são os politicos que não desponibilizam receitas para técnicos, de modo acelarar os processos. Será?
E a lentidão dos tribunais de familia? Falta de vontade politica!? Falta de meios!? Ou outros!?
Parabéns por esta iniciativa.
"É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê"
Afixado por: Ronin em novembro 25, 2004 01:36 AM