
Retirei este quadro de um Site espanhol “EUROADOPT - Adoptar en Europa”
Este quadro faz parte do texto “Antes de comenzar”, poderá ler o artigo integral aqui.
Contêm algumas particularidades que deverão ser analisadas.
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ADOPCIÓN NACIONAL (España) |
ADOPCIÓN INTERNACIONAL (España) |
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Ventajas |
Desventajas |
Ventajas |
Desventajas |
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Gratuito |
El tiempo de espera es bastante largo |
Tiempo de espera relativamente corto |
Conlleva una serie de costes que comprende: la gestión, el viaje y la estancia en el país. |
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Es el Juez español de primera Instancia es el que dicta el Auto de Adopción |
La edad de los menores susceptibles de adopción |
Existen más posibilidades de que nos asignen un menor de corta edad |
El Juez que dicta el Auto en las adopciones plenas
es el del país de
origen. |
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El entorno en el que se desarrolla la adopción es el nuestro |
La mayoría de los menores susceptibles de adopción se encuentran en situación de riesgo o con necesidades especiales. |
Podemos solicitar y decidir que se desea un menor sano o con alguna enfermedad recuperable. |
Tenemos que valorar, según el país, los aspectos multirraciales y multiculturales. |
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La autoridad administrativa y judicial que intervienen actúan según nuestro Derecho, sobretodo velando por el interés superior del menor y en beneficio de los administrados. |
Existen bastantes solicitantes de adopción y una sola autoridad que resuelve los expedientes. |
Por lo general existen niños y niñas para adoptar y podemos elegir entre varios países de adopción. |
La autoridad administrativa y judicial que interviene es una autoridad extranjera y el Derecho que aplica nos puede resultar ajeno o extraño.No actúa según nuestros criterios de funcionalidad, sino según su propia idiosincrasia. |
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Alguns link’s de Sites espanhóis sobre adopção:
PS – Brevemente será lançado um novo debate, aqui no blog.
PauloS
Publicado por PauloS em dezembro 28, 2003 05:52 PMEstimado senor.
Mi nombre es Vitaliy Kovalenko. Soy jurista de 3 anos de experiencia.
Trabajaba 2 anos en la esfera de adorcion en una empresa privada en
Kiev. Conozco con todo proceso de adopcion desde el centro de
adopcion hasta juzgado. Como saben Uds, Ucrania de un de los paises
donde se puede adoptar nino con mas o menos normales condiciones
de salud. Claro que todo eso no es muy simple, hay que tener personas
conocidas en el Centro y despues en los centros regionales. Lo todo
tengo. Ademas soy traductor oficial del Centro.
No se si su empresa tiene eso rumbo en vuestros srvicios pero puedo
asegurarles que este rumbo es bastante ventajoso. Por que yo no puedo
trabajar aqui solo? Claro es posible. Numerosas empresas trabajan aqui
pero existe un problema que segun nuestra legislacion - cualquier tipo de
actividad comercial se niega. Por eso, como creo yo, todos los calculos
realizaran en vuestro pais. Yo simplemente no quiero violar la Ley.
Propongo examinar mi proposicion. Esperare sus posibles preguntas
y opiniones.
A la espera de sus gratas noticias,
Les saludo tentemente.
Vitaliy Kovalenko
SOMOS PAREJAS DE PERUANOS QUE DESEA DAR EN ADOPCION A NUESTRO BEBE CUANDO NASCA. LO UNICO QUE DESEAMOS EN DOS CONTRATOS DE TRABAJO PARA NOSOTROS Y PASAJES PARA VIAJAR A ESPAÑA CON LA BOLSA DE VIAJE. SE ALGUNA PERSONA PAREJA ESTA INTERESADA PUEDE ESCRIBIR A MI CORREO.
CESARMOMA@HOTMAIL,COM
Afixado por: CESARIN em outubro 1, 2004 01:04 AMSOMOS PAREJAS DE PERUANOS QUE DESEA DAR EN ADOPCION A NUESTRO BEBE CUANDO NASCA. LO UNICO QUE DESEAMOS EN DOS CONTRATOS DE TRABAJO PARA NOSOTROS Y PASAJES PARA VIAJAR A ESPAÑA CON LA BOLSA DE VIAJE. SE ALGUNA PERSONA PAREJA ESTA INTERESADA PUEDE ESCRIBIR A MI CORREO.
CESARMOMA@HOTMAIL,COM
Afixado por: CESARIN em outubro 1, 2004 01:04 AMSOMOS PAREJAS DE PERUANOS QUE DESEA DAR EN ADOPCION A NUESTRO BEBE CUANDO NASCA. LO UNICO QUE DESEAMOS EN DOS CONTRATOS DE TRABAJO PARA NOSOTROS Y PASAJES PARA VIAJAR A ESPAÑA CON LA BOLSA DE VIAJE. SE ALGUNA PERSONA PAREJA ESTA INTERESADA PUEDE ESCRIBIR A MI CORREO.
CESARMOMA@HOTMAIL,COM
Afixado por: CESARIN em outubro 1, 2004 01:04 AMSOMOS PAREJAS DE PERUANOS QUE DESEA DAR EN ADOPCION A NUESTRO BEBE CUANDO NASCA. LO UNICO QUE DESEAMOS EN DOS CONTRATOS DE TRABAJO PARA NOSOTROS Y PASAJES PARA VIAJAR A ESPAÑA CON LA BOLSA DE VIAJE. SE ALGUNA PERSONA PAREJA ESTA INTERESADA PUEDE ESCRIBIR A MI CORREO.
CESARMOMA@HOTMAIL,COM
Afixado por: CESARIN em outubro 1, 2004 01:04 AM
Acho que as particularidades não estão no artigo, estão nos comentários que foram colocados aqui no BLOG.
No outro dia em conversa dizíamos que pouco a pouco parecia que havia alguns negócios por trás disto tudo.
Bom, parece que é pior do que podíamos imaginar, entregar um filho em troca de contratos de trabalho................
Jorge
Afixado por: Jorge em outubro 1, 2004 11:43 AMJorge,
estou de acordo consigo, infelizmente. Eu também costumo dizer que dado o cenário da adopção em Portugal, era muito bom que um grupo de jornalistas curiosos se dedicassem a PENSAR sobre isto. Todos lucraríamos.
No dia em que se puser nos jornais que durante décadas funcionários do Estado, as Instituições, pais adoptivos, pais biológicos, promoveram favores, cunhas, luvas, no dia em que se souber finalmente que o Estado declinou e declina um serviço público e sua gerência nas mãos de funcionários incompetentes e corruptos, nesse dia, eu acordarei feliz.
Porque o que mais me dói nisto é eu saber que no meu país as Instituições públicas se sintam no direito de gerir internamente situações que têm que ver com o bem estar público sem fiscalização! O que mais me dói é eu saber que a equipa da SS que me avaliou, SE ELA QUISER, pode corromper e ser corrompida, pode dar-me uma criança daqui a um ano ou daqui a cinco, sem que (pasme-se!) alguém a fiscalize, sem que eu própria saiba o porquê das decisões e dos critérios da atribuição dos nossos filhos.
Eu não tenho dúvidas que durante muito tempo houve muita gente a tirar proveitos financeiros da adopção (aliás, no artigo da Focus há lá uma referência a isto mesmo. Seria uma escandaleira idêntica à Casa Pia, não percebo como é que ainda ninguém se lembrou.
Eu achar que vivo na Europa, em Portugal, num país ocidental e civilizado e estas coisas acontecerem, isso é que me choca.
Em relação ao casal peruano e ao que ele propõe, para além de todo o choque, é nosso dever também compreender a miséria, a verdadeira miséria, não lhe parece?
Pense que com 2 contratos de trabalho em Espanha eles poderão criar com dignidade os filhos que virão a seguir ou que por ventura já existam...
Quantos casais em países civilizados como o nosso se desfazem dos seus filhos por muito menos que um contrato de trabalho?!...
Pois eu tenho pena de não poder ter 2 contratos de trabalho para oferecer.
Um abraço a todos.
Afixado por: Benedita em outubro 1, 2004 01:27 PMBenedita, sim e não.
Sim, estamos de acordo que um dos maiores problemas no sistema é a falta de competência e até seriedade de muitas das pessoas que são a cara da SS, já deixei a minha opinião sobre isso noutros posts no BLOG.
Não, não me parece que a situação do casal que oferece uma criança a troco de contratos de trabalho se possa avaliar como o faz.
É verdade o que diz, a possibilidade de emigrar daria a esse casal outra perspectiva de vida, mas isso não pode ser desculpa para alguém estar a tentar trocar uma criança. E se em lugar de contratos de trabalho eles estivessem a pedir uma quantidade enorme de dinheiro?, isso não daria as mesmas perspectivas de vida?
É evidente que todas as pessoas que estão anos à espera para poder adoptar gostariam neste momento de ter dois contratos de trabalho, mas existem leis e normas morais que devem ser seguidas, caso contrario entramos no que começamos a criticar antes, as habilidades, as cunhas, as negociatas, os desvios de crianças nos hospitais e maternidades, etc, etc
Afixado por: Jorge em outubro 2, 2004 06:11 PMExactamente, Jorge.
Estou inteiramente de acordo consigo. E de facto, compactuar com estas situações só favorece a continuação do desrespeito pela criança.
Mas eu tenho que concordar com a Benedita, claro que é tudo reprovável, mas há alternativa para o caos que são as nossas SS´s, os critérios pouco ou nada claros na atribuição das crianças ?? Para além da demora quase eterna por uma criança ? Se as progenitoras nas próprias maternidades as entregam a casais que tanto querem essas crianças, quantas vezes com a conivência dos próprios profissionais de saúde, registando-as logo em nome desses mesmos casais, sem que esses bébés tenham que passar pelas instituições, sabe-se lá por quanto tempo, pelas peregrinações e burocracias de todo este sistema, pois parabéns ! Porque é o próprio sistema que obriga a tudo isto ! Choca-me mais o que vi e vejo com o andamento dos processos por essas SS fora........Quanto a jornalistas se debruçarem sobre estes assuntos.......é tudo tão altamente controlado e fechado, que muito pouco conseguiriam descortinar........
Afixado por: Maria van Dijk em outubro 3, 2004 03:26 PMMaria, vamos por partes.
Há alternativas para o caos e a falta de critério da SS?, claro que há, fazer pressão, exigir, reclamar, não desistir! (Sim eu sei, sou lírico!)
Por exemplo, participar no próximo encontro e dizer lá tudo o que pensamos, o que passamos nos processos, o que está mal, chamar a atenção do mundo. Não desistir, e sobretudo, não ir pelos caminhos mais fáceis.
Sobre o desvio de crianças nas maternidades, sim, porque isso é desvio de crianças!. Desculpe mas não posso estar de acordo consigo, o mal funcionamento do sistema não pode ser desculpa para ilegalidades, negociatas e venda de crianças.
Se o sistema funciona mal devemos lutar para que funcione melhor, não nos podemos deixar arrastar por ele. Já pensou bem que qualquer uma destas mães que entrega uma criança desta forma pode no dia a seguir arrepender-se e exigir a criança de volta?, ou pode aparecer a pedir dinheiro para ficar calada? ou ......
Já pensou que cada vez que se dá um caso destes é menos uma criança que entra no sistema o que vai fazer com que as pessoas que decidiram ir pela via legal tenham que esperar mais tempo?
Sobre os jornalistas, se calhar durante muitos anos era assim que se falava sobre a Casa Pia, até que um dia alguém decidiu levantar o véu e veja no que deu, quem sabe um dia não convencemos alguém a levantar este véu?
Jorge
Afixado por: Jorge em outubro 4, 2004 11:06 AMJorge,
parece-me que tem toda a razão. devemos lutar, fazer pressão para que as situações mudem. a alternativa deve passar pela legalidade das situações. e parece-me que nos cabe a nós candidatos e pais adoptivos fazer algo para que a situação se altere, indo por exemplo ao encontro - parece-me que esta iniciativa poderá ser o começo para qualquer coisa; o apoio de todos à nova associação que infelizmente tarda na acção é também uma via. temos que sair dos nossos casulos e fazer qualquer coisa. ao reflectirmos, aos denunciarmos situações, etc. estamos de facto a fazer qualquer por nós, candidatos e pais adoptivos. não sejamos egoístas ao ponto de nos afastarmos da problemática assim que tivermos a nossa criança em casa..é preciso continuar a lutar, a pressionar...
muito me espanta que há anos que se adoptam crianças em portugal, há anos que os erros se repetem, há anos que os problemas são os mesmos, há nos que existem longas espEras, há anos que estamos nas mãos de técnicas que têm um poder enorme nas mãos, há anos que os processos não são nada transparentes, há anos que somos sujeitos a avaliações em que os implicados não conhecem os critérios de avaliação, há anos que...MAS NADA A SOCIEDADE CIVIL TEM FEITO EM PROL DA MUDANÇA DESTAS SITUAÇÕES...APENAS ESTE ANO APARECE UMA ASSOCIAÇÃO QUE PRETENDE DEFENDER OS NOSSOS INTERESSES...TEMOS QUE DE FACTO GRITAR BEM ALTO PELOS NOSSOS DIREITOS...pela transparência dos processos, pela informação contínua aos candidatos pelos serviços,...
DE QUE ESTAMOS À ESPERA...QUE DAQUI A 5, 10 ANOS ESTEJAMOS (OUTROS COMO NÓS) A FALAR DO MESMO...
SOMOS SEM DÚVIDA UMA SOCIEDADE MUITO PASSIVA...
É PRECISO PROMOVER A APROXIMAÇÃO ENTRE OS CANDIDATOS E OS TÉCNICOS DESTES SERVIÇOS...É PRECISO APROXIMAR ESTES DOIS GRUPOS DE INTERESSE...MAS PARA ISSO É PRECISO QUE AMBOS PERDAMOS O MEDO DE NOS EXPÔR...
Turandot
O facto de as coisas não mudarem tem uma explicação muito simples, enquanto estamos no processo não convém levantar muitas ondas pois temos medo de ser prejudicados, depois da aprovação, estamos à espera da criança e não queremos ser prejudicados, estamos nas mão das assistentes sociais que não são fiscalizadas e que não tem que dar contas a ninguém, por tanto não convém fazer ondas.
Depois de termos a criança, existe o processo de adopção, que pode durar anos, e continuamos nas mãos das mesmas pessoas que basta darem um parecer negativo para que qualquer juiz negue a adopção.
Entretanto já passaram anos e não fizemos nada por receio, depois já temos a criança e entramos no tão comum deixa andar português.
Posso falar por experiência própria, no fim de um longo e às vezes penoso processo eu sentia-me revoltado, mas além de que não sabia onde acudir, deixei-me andar......
Parece que as coisas estão a mudar, existe este blog, existe a associação e vamos ver no que dá o encontro, pode ser que de tudo isto resulte algo de positivo, algo que dê esperanças a quem espera e desespera no meio do sistema.
Jorge
Afixado por: Jorge em outubro 5, 2004 05:06 PMjorge,
eu sei que o receio nos prende as pernas, mas eu não explico este marasmo da sociedade civil apenas pelo receio; é das nossas mentalidades, nunca reclamamos, em quase tudo, é no restaurante, é no supermercado, é ....; não temos infelizmente uma cultura da reclamação; baixamos sempre a cabeça; esquecemo-nos que da relação fornecedor/cliente; neste caso os serviços estão lá para nos servir; se não existissem interessados na adopção não estariam lá; do meu ponto de vista tem que existir uma relação fornecedor/cliente; ainda para mais os serviços funcionam à custa do erário público, somos nós que pagamos e deste modo o serviço só tem que ser bem prestado.
é verdade que elas, as técnicas podem fazer o que quiserem porque têm a faca e o queijo na mão; normalmente lidam com pessoas fragéis emocionalmente, que anseiam muito por um filho, na maioria dos casos após longos períodos de tratamento; mas quando lhes dizemos que vamos contratar um advogado a acompanhar o processo o caso muda de figura...; é porque, como diriam os brasileiros têm o rabo preso; temos, na minha opinião, fazer qualquer coisa para alterar a situação...o que poderá acontecer se fizermos qualquer coisa para alterar este status quo? demora dos processos; isso já acontece. apesar da nova lei os processos de avaliação continuam a demorar muito tempo; é o meu caso. estou quase a fazer seis meses que dei entrada dos papéis e nem notícias de quando irei começar o meu processo de avaliação...acredita que tenho feito inúmeros telefonemas...apesar de seis meses apenas o meu processo já teve várias peripécias...perda de documentos,...etc. tem sido um folhetim...
mas tens razão quando dizes que existe a associação, teremos o encontro, ...espero que isto seja de facto o início de qualquer coisa...mas acredita jorge que teremos que todos dar uma mãozinha a esta associação para que as coisas andem mais depressa...como sabes as notícias sobre ela tem sido apenas para dar a conhecer o seu bando de notáveis que abraçaram a causa, e isto parece-me que não chega. terão que fazer mais iniciativas como este encontro, ouvir os candidatos e os pais adoptivos. do meu ponto de vista iniciativas como o encontro só fazem sentido, só ganham credibilidade tendo por trás uam isntituição formalmente constituída e reconhecida. eu verifiquei isso quando fiz os contactos com os serviços públicos de adopção para estarem presentes no encontro...apenas vamos ter uma instituição no encontro, que ainda está dependente do aval do director. veremos se teremos a representação do serviço público no encontro.tenho dúvidas...terão medo? o que o leva a não participar; talvez receio...se realmente isto é verdade então é porque podemos fazer algo para pressionar....não te parece? não vos parece?
Afixado por: turandot em outubro 5, 2004 08:38 PMjorge,
eu sei que o receio nos prende as pernas, mas eu não explico este marasmo da sociedade civil apenas pelo receio; é das nossas mentalidades, nunca reclamamos, em quase tudo, é no restaurante, é no supermercado, é ....; não temos infelizmente uma cultura da reclamação; baixamos sempre a cabeça; esquecemo-nos que da relação fornecedor/cliente; neste caso os serviços estão lá para nos servir; se não existissem interessados na adopção não estariam lá; do meu ponto de vista tem que existir uma relação fornecedor/cliente; ainda para mais os serviços funcionam à custa do erário público, somos nós que pagamos e deste modo o serviço só tem que ser bem prestado.
é verdade que elas, as técnicas, podem fazer o que quiserem porque têm a faca e o queijo na mão; normalmente lidam com pessoas fragéis emocionalmente, que anseiam muito por um filho, na maioria dos casos após longos períodos de tratamento; mas quando lhes dizemos que vamos contratar um advogado a acompanhar o processo o caso muda de figura...; é porque, como diriam os brasileiros têm o rabo preso; temos, na minha opinião, fazer qualquer coisa para alterar a situação...o que poderá acontecer se fizermos qualquer coisa para alterar este status quo? demora dos processos; isso já acontece. apesar da nova lei os processos de avaliação continuam a demorar muito tempo; é o meu caso. estou quase a fazer seis meses que dei entrada dos papéis e nem notícias de quando irei começar o meu processo de avaliação...acredita que tenho feito inúmeros telefonemas...apesar de seis meses apenas o meu processo já teve várias peripécias...perda de documentos,...etc. tem sido um folhetim...
mas tens razão quando dizes que existe a associação, teremos o encontro, ...espero que isto seja de facto o início de qualquer coisa...mas acredita jorge que teremos que todos dar uma mãozinha a esta associação para que as coisas andem mais depressa...como sabes as notícias sobre ela tem sido apenas para dar a conhecer o seu bando de notáveis que abraçaram a causa, e isto parece-me que não chega. terão que fazer mais iniciativas como este encontro, ouvir os candidatos e os pais adoptivos.
do meu ponto de vista iniciativas como o encontro só fazem sentido, só ganham credibilidade tendo por trás uam isntituição formalmente constituída e reconhecida. eu verifiquei isso quando fiz os contactos com os serviços públicos de adopção para estarem presentes no encontro...apenas vamos ter uma instituição no encontro, que ainda está dependente do aval do director. veremos se teremos a representação do serviço público no encontro.tenho dúvidas...terão medo? o que os leva a não participar; talvez receio...se realmente isto é verdade então é porque podemos fazer algo para pressionar....não te parece? não vos parece?
Afixado por: turandot em outubro 5, 2004 08:41 PM