
Como de facto muitos auguraram, não adianta tentar mexer no tempo.
A adopção de crianças, não é um tema que interesse à sociedade, é um problema dos “outros”, com que “alguém” se poderá importar, se julgar oportuno.
As crianças são o melhor do mundo, é já um lugar comum.
É mais uma daquelas coisas que servem de argumento para uma série de falácias, que se utilizam em nome das “nossas” crianças.
Numa sociedade em que cada um pede para si, a voz das crianças abandonadas não se faz ouvir dentro das mentes de quem pode fazer algo por elas.
Trata-se portanto de um problema dos outros, de menos de 1 % (contas minhas, a olho) de pessoas que desejam adoptar.
Pois é, menos de 1% (dos 10 milhões de Portugueses), e quem é que se vai importar com esta insignificância?
Se contarmos as crianças que estão nas instituições (todas), e essas ainda ninguém conseguiu contar na totalidade, também não deve dar nenhuma percentagem sonante.
Os milhares, já não são suficientes para fazer mover nada, infelizmente, espero que a unidade de medida, neste caso, não seja o milhão, como por certo passou a ser na maior parte das coisas que faz mover a sociedade.
Em suma, pelos números, não vamos lá.
A parte da consciência, parece também não estar a dar muitos frutos.
Analisemos os factos.
A adopção só é assunto, pela negativa, ou associada a outros motivos.
Fora do contexto de uma qualquer “má” noticia associada a crianças, a nossa sociedade tem uma certa dificuldade em olhar para esta realidade.
Conheço inclusivamente algumas “pessoas”, que pela forma como falam da adopção, quase a transformam em algo contra-natura. Os seus filhos, são os seus filhos, e as outras crianças serão por certo filhos de alguém, sacudindo a “água” do capote, quem quiser que se preocupe com elas.
Tratemos agora da outra face da adopção.
Com todo o peso deste processo, sinto que os pais adoptivos, se afastaram do problema, pelo desgaste a que foram sujeitos, e por não quererem que a palavra adopção os estigmatize, optando por isso, em votar este assunto quase ao esquecimento.
Após 4 meses a escrever sobre a realidade da adopção em Portugal, conclui que a procura de informação é enorme, relativamente à participação dos que poderiam ajudar.
O Blog mantém uma média de mais de 100 acessos diários (mais de 13 000 até ao momento), de visitantes, que procuram respostas para as suas dúvidas e anseios, mas o nível de contributo, dos que podem ajudar com as suas vivências, está (na minha opinião) muito aquém do que poderia estar se existe-se uma maior participação dos que já passaram pelo processo.
O objectivo da participação de mais pais adoptivos, com o seu saber adquirido, não foi alcançado.
Ao nível do apoio de técnicos familiarizados nesta área, a participação é quase nula.
A participação de algum técnico (mesmo anónimo que fosse), foi desde o inicio um dos meus objectivos, mas também não foi atingido.
O meu capital de expectativas foi consumido sem a existência de stock para reposição.
Este Blog será encerrado (os conteúdos irão manter-se) quando chegar aos 6 meses de existência (2 de Março).
Consciente de ter contribuído com tudo o que me foi possível durante este tempo, sinto que pouco mais poderei fazer, sem a participação de outras pessoas, para assim trazerem um lufada de ar fresco e novas ideias em prol da adopção.
Estou a terminar o envio dos emails de sensibilização para todos os Deputados da Assembleia da República, após o necessário tempo de espera, irei divulgar o resultado desta iniciativa.
Bem Hajam
PauloS
Dizia hoje o Expresso que, no ano passado, só em Portugal, cerca de 750 crianças foram abandonadas... Uma média de duas por dia...
E saber que há várias pessoas que desejam adoptar uma criança, que sonham com um filho a quem possam amar e cuidar, e esperam e desesperam, enredadas em burocracias...
E pensar que criança que cresça sem colo, sem afecto, sem ternura, sem amor, sem se sentir verdadeiramente cuidada e acarinhada é, regra geral, criança traumatizada que se vai tornar um adolescente cheio de problemas e um adulto complicado e mal integrado na sociedade.
De facto , alguma coisa está mal, mesmo muito mal, nisto tudo... Mas
Não desista. Tente superar o cansaço e desilusão. Talvez não consiga vencer a guerra mas talvez vá ganhando uma outra pequena batalha.
Mais vale acender um fósforo que amaldicionar a escuridão.
Paulo,
Quero dizer-lhe tantas coisas e não consigo!
O seu desalento e cansaço são tão visíveis! Mas por favor não desista! Este blog, à semelhança do fórum da adopção, é um sítio onde recolhemos informação, onde também conhecemos gente como nós, onde se partilharam vivências, angústias, mas também situações incompreensíveis de processos... Mas também é um fórum de esperança e partilha!
Pela minha parte, perdoe-me não ter colaborado tanto como devia, como a minha consciência me dita neste momento... Mas não desista!
Paulo, fiquei extremamente entristecida com a sua decisão mas queria dizer-lhe que compreendo perfeitamente o que está a sentir.
A criação deste blog foi um raio de luz, no meio da escuridão, para aquela pequena percentagem de pessoas que todos os dias procuram algumas respostas e algum apoio no que se refere á adopção.
Mas também já tinha reparado que muitas das pessoas que visitam este blog preferem manter-se "do lado de lá" procurando respostas nas experiências dos outros quando, elas próprias, poderiam também contribuir com as suas experiências, ajudando assim a manter um dos principais objectivos deste blog, que é precisamente o debate de vários assuntos e a troca de experiências e vivências.
É óbvio que é extremamente desgastante manter um blog destes sózinho quando mais ninguém parece interessado em fazer alguma coisa.
Eu própria conheço pessoas que visitam este blog e que nunca participaram, quando, tenho a certeza, a sua intervenção seria muito útil e interessante.
Eu própria podia intervir mais mas, infelizmente ainda não tenho mais experiências para partilhar além das que já relatei neste blog.
Enfim, costuma dizer-se que água mole em pedra dura tanto bate até que fura....o pior é quando a água se cansa ......Não podemos deixar que isso aconteça.
Mas, mesmo que aconteça, quero que saiba que o considero uma pessoa extraordinária e que, mesmo que desista, o que já fez, ajudou muitas pessoas e promoveu muitas amizades.
TUDO DE BOM é o que desejo...... a si e a todos.
Isabel M.
Afixado por: Isabel M em janeiro 11, 2004 10:02 AM
Olá, Paulo!
Sente, como tantas outras pessoas que conheço - e relativamente a muitos outros assuntos que não o da adopção - o desalento que é viver em Portugal... Por cá, qualquer que seja a questão, e por mais ínfima que seja, é apanágio de um povo inculto, comodista e estupidificado à força de tanta deseducação veiculada pelos media... virar o rosto. Há autênticos especialistas em olhar noutras direcções e pior, em destruir os sonhos e os projectos que realmente interessam. Não esqueça que a maioria das pessoas está interessada em manter um confortável estilo de vida, apoucando-se e degradando um país que em muito pouco cresceu por faltar-lhe aquilo que há de mais básico: educação. Já nem falo de cultura, regras de conduta ou o simples "saber estar", falo, sim, de uma cultura que desperte a sociedade civil para a noção básica de que quem faz um país é o seu povo, não os estadistas, não os intelectuais, não os artistas ( e só em artistas, verdadeiros ou dos outros com aspas, o país rebenta pelas costuras, Senhor!...). Mas convenhamos: se tem havido pouquíssima evolução em tudo, como há-de a massa amorfa prosperar? A mim, nunca me convenceu a estória dos "heróis partindo em casquinhas de noz, dando novos mundos ao mundo"... Percebe-se, desde cedo, que quase tudo o que neste rectângulo se faz nunca é a favor do bem comum ou da evolução a qualquer nível. Trata-se de formas de agradar a quem interesse, fazer favores a quem se cose com as mesmas linhas, sobressair por falsos méritos. Como poderia, portanto, uma tão louvável iniciativa como a do "Eu adoptei" tocar a massa informe que foi treinada para espezinhar o que é nobre, rir do que é louvável, ignorar até ao desprezo o que quer que implique trabalho? Adoptar? Isso é para seres com corações imensos e sem intuitos vagos de escaladas sociais ou sem necessidade de evidenciar bens ou metas atingidas, Paulo! Somos muito poucos, tenho a certeza... E depois, como o Estado facilita imenso as adopções(ironizo, claro), acredito que os que se sintam incentivados sejam ainda menos. No entanto, como a minha fé sempre me fez duvidar de probabilidades, desde já lhe digo que:
1º A ternura deste blog já levou, de certeza, muita gente que nunca se tinha posto tal hipótese a pensar a sério na adopção;
2º O facto de ter havido uma, uma só pessoa que seja a tomar essa dacisão já teria sido uma vitória (as mentalidades demoram a mudar, levam gerações...);
3º quando se vive um belo sonho por se ter tido a coragem (parece que é necessária alguma para dar este passo) de adoptar, há-de continuar-se toda a vida a querer que outros se decidam a tal, seja de que forma for.
Por isso, proponho:
1º Afaste, por favor, a ideia de conseguir rápidos resultados e não sinta a angústia de escrever posts todos os dias: a persistência que demonstrou dá-nos provas de que não é um desistente (aliás, creio que esperaram, em família, para que lhes fosse entregue a pequena "Pipoquinha" e ela chegou num dia abençoado, não foi? Ora!);
2º Não se deprima com a aparente falta de resultados pois há imensa gente com este projecto de vida (às vezes, as pessoas mais insuspeitas decidem adoptar: conheço uma jovem e dinâmica mamã com três filhos, muito boas condições económicas e muita curiosidade de saber algo mais sobre adopção - indiquei-lhe este blog - que, como muitas outras pessoas - como eu! -, espera apenas o momento oportuno para começar o processo);
3º eu mesma decidi que passarei ainda este mês na tal instituição da cidade por onde passo a caminho de casa (vou saber, finalmente, como posso candidatar-me, daqui a uns tempos) e deixarei a referência a este blog para que os técnicos possam ler e depois reenviar para estes textos outros interessados em adoptar;
4º Uma pequena história: numa escola onde estive (centro de Lisboa), era necessária a intervenção do Ministério da Educação, no sentido de serem feitas obras, havendo riscos para a integridade dos utentes se tal intervenção não fosse levada a cabo. A Presidente - uma senhora excepcional, lutadora, firme, persistente - enviava (via fax)todos os dias uma carta com o mesmo texto para os serviços do Ministério. Foi preciso algum tempo, mas ela conseguiu. Recordo a sua disciplina, o seu cansaço, a sua persistência, contudo. Não proponho, claro, que use o seu precioso tempo (os miúdos, mais que nada, merecem-lhe toda a atenção do mundo!) nesta causa, mas creio que contactando as pessoas certas e mantendo este blog sempre activo (mesmo que vá havendo poucas novidades), estará a contribuir para que os que sonham com a adopção aprendam, sobretudo, a não desistir. (Se vir o blog "Lorosae", entenderá que o seu autor se debate com a indiferença dos portugeses para com Timor. No entanto, ele nunca desistiu, apesar de tudo, mesmo que a outros seja dado um mérito que ele tem muito acima desses... Como um amado familiar meu parte para Timor esta semana, sei que lerei esse blog quase todos os dias. Se bem me entende, é natural que os assuntos que nos estão distantes nos interessem quando menos se espera... Por isso, muito caro amigo Paulo lhe peço: nunca, nunca cruze os braços e vá partilhando com os do lado de cá do vidro tudo o que sabe e sente sobre este tema da adopção, mesmo os desalentos. Por favor, reconsidere. Encoste só a porta. Não a feche. Somos só alguns. Sei que seremos mais (eu cá digo a todos os meus alunos que, apesar de não ser mãe, hei-de adoptar e tenha a certeza de que as centenas de miúdos que conheci encaram com toda a naturalidade este acto belíssimo de receber como nossos os filhos que o nosso ventre não teve.)
Bem-haja pelo seu trabalho, caro amigo!
Com consideração & estima, receba um abraço fraterno desta futura mamã adoptiva,
Inês Alva
Afixado por: Inês Alva em janeiro 11, 2004 10:18 PMInês, adorei o teu comentário e, além do que eu própria já disse no comentário anterior, faço também minhas tuas palavras e, também em nome do Paulo, agradeço o teu comentário.
E, espero que daqui a pouco tempo sejamos duas mães babadas.
Beijinhos, Isabel
Beijinhos aceites e devolvidos em dobro Isabel! Que a sua espera por uma criança não seja longa é o meu voto!
Felicidades... mamã. 1 abraço. Inês Alva.
P.S. Insisto: é por pessoas com o nosso sonho que o nosso caro amigo Paulo S. não pode, não deve fechar este blog! (Suspiro)
Afixado por: Inês Alva em janeiro 12, 2004 01:42 PMUma correcção, apenas: acima, no meu primeiro comentário, refiro um blog sobre Timor. O seu nome não é "Lorosae" mas sim Blogger de Timor (lorosae é o endereço, creio, não o nome... Ok, correcção feita! Beijinhos!
Afixado por: Inês em janeiro 12, 2004 01:49 PMOlá Paulo,
Também eu fiquei triste por saber que quer desistir. Eu como mãe (adoptiva), tenho ainda uma experiência muito curta, o meu bebe tem pouco mais de um ano, mas vinha sempre que possível ler o seu blog e participar (penso que o fiz duas vezes) sempre que achava oportuno. Tal como os espectaculares comentários acima descritos mudar as mentalidades não é de um dia para o outro por isso não se sinta a remar contra uma maré. Sei que todos temos dias em que se acha que o trabalho que fazemos é em vão, mas o seu não o é certamente. Pense melhor e vai ver que encontra de certeza muitas coisas positivas no trabalho que já fez. Seja qual for a sua decisão gostaria de lhe dizer que aprecio muito aquilo que faz para que a adopção deixe de ser um tabu. Bem haja e felecidades
Maria
Olá Paulo,
Nao consigo acrescentar mais nada ao q já foi dito por toda esta gente fantastica nos comen´tários anteriores. Sinto exactamente o mesmo: o Paulo é o nosso "mestre" , o q nos faz "abrir" os olhos mtas. vezes com as suas palavras sábias e doces. Eu confesso q venho aqui menos vezes do que gostaria de vir, mas isso também acontece com as minhas idas ao forum da adopçao , pq neste momento tenho imenso trabalho e pouco tempo disponivel, mas isso nao quer dizer q nao pense montes de vezes no seu blog e no forum e no que ambos representam para todos nós (Os q já sao pais como eu e os q ainda (des)esperam!).
A minha experiencia como Mae é tao gratificante que (nao sei se já o disse aqui) estou inscrita para uma menina desta vez, a qual aguardo ansiosamente!
Eu entendo perfeitamente o seu desalento, mas por favor nao desista!
O Paulo é muito importante para nós, acredite!
Bom, de qualquer modo compreendo perfeitamente se realmente desistir... mas espero do fundo do coraçao que isso nao aconteça!
Já agora (sei q isto nao tem nada a ver com o assunto) gostava q soubesse q finalmente encontrei 1 livro interessante (graças à Maria do forum de adopçao) que é "Carta ao meu filho adopatdo" da AMBAR.
Um grande beijinho para si e obrigada!
Alexandra
Hola PauloS:
Gostariamos expressar em palavras o agradecidos que estamos a este blog... foi por acaso que o encontramos, aquando estabamos a pasar momentos muito duros e de enorme tristeza... tinhamos sido familia de acolhimento e o nosso menino tive que voltar para a sua familia biológica .. em aqueles momentos a desilusão foi brutal, ate pensamos que seria melhor não ter filhos... Que disparate!! é a maior ilusão da nossa vida como casal.. e foi a visita diaria a este blog a que nos fez renascer a esperanças, porque uma batalha perdida não significa o fim da luta... obrigados por abrir novamente o nosso coração e voltar a ter forças para atingir o nosso sonho mais desejado...para nos é um triunfador que abre caminhos .
Com todo o nosso aprecio :
Mª Paula + Roberto
Afixado por: Mª Paula + Roberto em janeiro 12, 2004 11:56 PMPaulo
Eu estava à espera de ter alguma experiência interessante para colocar aqui. Pediria um pouquinho de espaço ... e escrevia um breve artigo.
Infelizmente ainda estou muito no inicio e o meu contributo para este tema seria quase nulo.
Mas de qualquer maneira, se o blog ainda existir (assim o espero) quando receber o meu filho (ou minha filha), envio-lhe um testamento :). Pode vir a ser muito interessante porque nós não fizemos qualquer selecção de raça ou de sexo. Apenas um limite de idade (3 anos). Temos mesmo fortes possibilidades de receber uma criança de raça negra. Ate pode ser que encontremos por aqui alguém na mesma situação.
Já pensou em divulgar mais este blog ? Noutros directórios ? O meu marido tropeçou nele por acaso.
Um abraço
Sil
Peço desculpa, cara Sil, mas é importante a correcção: há quatro anos que está provado cientificamente que não há "raças", mas sim uma raça humana. Há etnias, isso sim.
Felicidades para a nova vida como mamã! Bem-haja.
1 abraço. Inês.
Afixado por: Inês Alva em janeiro 14, 2004 10:40 PMCaro Paulo,
não há palavras para descrever o que sinto quando hoje deparei com o seu blog! Principalmente porque também queria hoje estrear-me nesta actividade dos blogs, e ao mesmo tempo porque procuro mais informações sobre o novo regime de adopção. Casei há 6 meses e agora perante a Republica Portuguesa isto deveria constituir motivo para mais facilmente podermos adoptar uma criança, mas não me parece, de acordo com o que apurei até agora! Esta decisão de adopção prende-se com uma vontade muito grande de poder dar a alguém uma familia, amor, carinho e afecto! Não que não possa ter os meus prórpios, porque felizmente também é possivel, mas porque não dar um lar a alguém que já cá está e já sofreu tanto só por existir! Admiro muito a sua iniciativa e fico triste de só ter tido conhecimento dela quando já tinha desistido! Muito obrigada pelo seu esforço em desmascarar este país de burocracias vergonhosas onde se tratam as crianças como bens / coisas e se adiam a sua felicidade e integração na familia, quando tanta gente tem vontade para o fazer!! Não tenho experiências para partilhar.... ainda! Mas acho que pelo andar da carruagem também não vou ter!
Paulo, Muito obrigada pela sua corajosa tentativa contra um sistema que fica indiferente a um assunto tão sensível: as crianças!
Olá Paulo
Escrevi-lhe há um tempo, felicitando-o pelo blog depois de ter ouvido falar dele na Rádio. Não me apercebi do seu desalento nem da morte anunciada para Março....hoje vim de visita...e fiquei triste. Também me penitencio de não ter partilhado as minhas experiências....
Posso fazer-lhe um desafio com o meu compromisso adicional? Que tal escrever apenas uma vez por mês para o blog....eu faria o mesmo....e assim seriam dois posts garantidos por mês...para manter vivo este sonho....realizado nos nossos casos....seria pelas nossas pipocas e a pensar nas muitas pipocas e pipocos que há por esse país fora...
Aceita a proposta/ sugestão/ desafio?
Maria
Afixado por: Maria em março 6, 2004 12:02 PMHá coisas assim. Passo o tempo no google á procura de artigos cientificos...e só hoje, encontro este "cantinho precioso", isto quando andava á procura de literatura sobre adopção. Pois é eu também, como o Paulo tenho dois filhos (quase gémeos), um menino com tres (o bombom de chocolate)e uma menina com quatro (a compota de morango)(levam-se sete meses`). Apesar de comigo o processo ter sido inverso, a demora foi sufecientemente longa, que deu para eu engravidar , a minha filha nascer e começar a andar e só depois chegou o meu tão ansiado filho. Voltando ao inicio, (o motivo pelo qual eu andava á busca de literatura) como se explica ao dois "gemeos" que um nasceu da barriga da mãe e que outro nasceu da barriga de outra senhora ?
Afixado por: Patricia em março 8, 2004 11:56 AMHá coisas assim. Passo o tempo no google á procura de artigos cientificos...e só hoje, encontro este "cantinho precioso", isto quando andava á procura de literatura sobre adopção. Pois é eu também, como o Paulo tenho dois filhos (quase gémeos), um menino com tres (o bombom de chocolate)e uma menina com quatro (a compota de morango)(levam-se sete meses`). Apesar de comigo o processo ter sido inverso, a demora foi sufecientemente longa, que deu para eu engravidar , a minha filha nascer e começar a andar e só depois chegou o meu tão ansiado filho. Voltando ao inicio, (o motivo pelo qual eu andava á busca de literatura) como se explica ao dois "gemeos" que um nasceu da barriga da mãe e que outro nasceu da barriga de outra senhora ?
Afixado por: Patricia em março 8, 2004 11:56 AM