Antes de mais, ou meus parabéns para a equipa que organizou o encontro.
Seria importante que os participantes no encontro se manifestassem acerca do que foram as suas expectativas, e se no final, o objectivo foi atingido.
A vossa participação será importante para se aferirem formas e conteúdos para a realização de novos encontros, se for esse o caminho.
A vossa opinião é importante. Só com a participação de todos os envolvidos na problemática da adopção em Portugal, será possível unir esforços em prol da resolução dos problemas das crianças.
O debate continuam em aberto, participe.
Bem hajam.
Embora eu não fosse ao encontro, já soube como as coisas correram, os detalhes das diferentes intervenções, etc. Dou os parabéns a quem trabalhou para que este encontro se realizasse. Mas deixo os comentários e as críticas, positivas ou negativas para quem esteve, de facto, presente.
Maria Van Dijk
Afixado por: Maria van Dijk em outubro 17, 2004 02:42 PMOLÁ GOSTAMOS MUITO DE TER IDO AO ENCONTRO EM
SETUBÁL, QUERIAMOS DAR OS NOSSOS
PARABÉNS....
GOSTAVAMOS DE CONHECER CASAIS QUE ESTÃO EM
PROCESSO DE ADOPÇÃO AQUI DO DESRTRITO DE LEIRIA
E ARREDORES, PARA EVENTUAL ENCONTRO E
TROCA DE EXPERIENCIAS..NOSSA EMAIL:
CL_EMIDIO@HOTMAIL.COM
Afixado por: CLAUDIA & CARLOS em outubro 17, 2004 06:54 PMOlá Cláudia e Carlos! Também eu estou na SS de Leiria, mas sou uma candidata singular; inscrevi-me em Agosto de 2003 e já tenho o meu processo de avaliação terminado.Optei pela adopção internacional, mantendo-me, no entanto, na nacional. Que pena não termos conversado ontem! Vou mandar-vos um email. Fico contente que tenham gostado do encontro.
Afixado por: Benedita em outubro 17, 2004 06:59 PMViva!
Em primeiro lugar queríamos dar os mais sinceros parabéns a quem teve o trabalho de organizar todo o encontro, pois decorreu, na nossa opinião, muito bem. Somos de Ovar, estávamos com algum receio de meter pés a caminho, pois ainda nos separam largos quilómetros, mas tomamos a opção certa porque para estarmos mais informados acerca dos nossos filhos, não há longe nem distância!
No encontro ouvimos muitas queixas, muitas reclamações, ouvimos dizer que muita coisa funciona mal. Achamos que foi um ponto de partida. Agora é preciso encontrar formas de transmitir essas experiências a quem de direito. O que fazer para mudar este estado de coisas? O que fazer para que, por exemplo, quando um casal, seja em que local for, se dirigir a um Serviço de Adopção, possa ter imediatamente conhecimento da adopção internacional? O que fazer e como fazer para convencer quem de direito que a família biológica nem sempre é a melhor solução (como aconteceu em vários casos que, infelizmente, estão na memória de toda a gente como o Edgar, a Catarina e a Joana e tantos outros que não saltaram para as páginas dos jornais, para os microfones das rádios ou para os ecrans do televisor?)? O que podemos fazer para que sejam dados ouvidos aos técnicos que trabalham nos centros de acolhimento e apreciam a pouca ou nenhuma qualidade de certas visitas dos pais em relação às crianças?
Somos novatos nesta matéria (só estamos à espera desde fevereiro último) mas pensamos que primeiro é preciso reflectir mas depois é preciso agir. Quem sabe mais disto do que nós que pense em formas de mudar o estado das coisas. Parece que há casais interessados no tema em distritos diferentes. Porque não pensarmos em alguma acção concertada nos diversos serviços de adopção e entregarmos, por exemplo, um balanço do que foi este primeiro encontro. Como é que a adopção funciona em Braga? E no Porto? E no Algarve? E na Madeira? Como são tratadas as crianças no nosso distrito, quantos técnicos há ao dispor, sei lá, são apenas ideias soltas. Mas uma coisa sobressaiu de, pelo menos, duas intervenções: se não fossem os próprios interessados a mexerem-se, ainda hoje deviam estar à espera. E mais grave ainda: ainda hoje a Leonor e a Sara estavam sem a família a que têm direito!
Uma curiosidade: sabem que não conhecíamos a Maria João (só a conhecemos ontem, no encontro) e que hoje mesmo estivemos novamente com ela no espectáculo do Fungagá? Sentados mesmo ao lado. Conhecemos a Sara! Há coisas extraordinárias! Se puderes, Maria João, dá-nos depois o contacto dos teus amigos de Aveiro (se eles também não se importarem, como é óbvio).
Vítor, Rossana e Vitória, também gostámos muito de vos conhecer e estamos à espera do vosso endereço!
Um abraço muito especial para a Patrícia que foi de uma amabilidade extrema. Bem-haja a todos
Manuela, Abel, Leonor
Afixado por: Manuela e Abel em outubro 18, 2004 12:47 AMÉ de facto essencial fazer-se um balanço...
Porque o encontro correu tão bem, penso estarmos todos, neste momento, em posição de estabelecer uma plataforma de entendimento, construir uma espécie de Frente Comum, com interesses partilhados por todos, e que possa garantir uma mudança visível no cenário que é a adopção em Portugal.
Afixado por: Benedita em outubro 18, 2004 12:54 AMDN de 18/10/04
Adopção vai ter observatório na Net
GUILHERME SANTOS SETÚBAL
Em Portugal, há falta de informação sobre a temática da adopção. Por isso mesmo, uma candidata a mãe adoptiva decidiu criar um observatório na Internet para ser consultado por pessoas interessadas na temática. O objectivo é «contribuir para um maior conhecimento da realidade da adopção e para a melhoria do funcionamento do sistema em Portugal», disse ao DN a autora do projecto, Filomena Faustino.
O anúncio deste instrumento, que deverá começar a funcionar já no próximo mês, foi feito por Filomena Faustino durante o primeiro encontro de candidatos à adopção e pais adoptivos, que decorreu, durante o fim-de-semana, em Setúbal.
Na reunião, realizada nas instalações da Caritas Diocesana, no Bairro da Bela Vista, participaram mais de uma centena de pessoas, especialistas, técnicos, pais adoptivos e candidatos, associações e agentes ligados a outros organismos que trabalham nesta área.
O encontro serviu, essencialmente, para identificar as principais questões que preocupam os pais adoptivos e os candidatos, quando um dos principais problemas observados é justamente a falta de informação sobre a matéria.
Filomena Faustino espera mesmo que o novo observatório possa começar a ser consultado na Net em Novembro, contando numa fase inicial com o apoio da Associação Portuguesa de Apoio à Adopção «Colo». «Um projecto com estas características só faz sentido quando associado a uma instituição ou organismos ligados à área», disse ao DN. «O observatório vai integrar e propor um conjunto de acções», explicou, «principalmente o lançamento periódico de inquéritos e questionários aos candidatos à adopção e pais adoptivos, que permitam contribuir para melhorar o conhecimento ao nível da adopção em Portugal».
Depois de algumas trocas de experiências, muitas pesquisas e conversas sobre o assunto, os participantes constataram que existe, em Portugal, «u m défice muito elevado de informação», fazendo com que muitas vezes os passos, rumo à adopção, sejam «difíceis e morosos». Por essa razão, este novo projecto, procurará, segundo a autora, «produzir, disponibilizar e divulgar toda a informação sobre o processo em Portugal», pretendendo, ao mesmo tempo, «apoiar a reflexão e o aprofundamento de conhecimentos sobre a problemática», acrescentou. Na realidade, o observatório pretende «criar um espaço de debate e reflexão permanente sobre os problemas e os desafios que se colocam a este nível em Portugal».
Trata-se de um projecto dirigido, essencialmente, aos legisladores e definidores de orientações e de políticas no âmbito da adopção, a todas as instituições e serviços públicos, aos técnicos que trabalham neste âmbito em Portugal, às universidades, investigadores, docentes e finalistas que se interessem pela temática, candidatos à adopção e pais adoptivos, assim como a todas as pessoas interessadas.
Vejo o entusiasmo de todos os participantes do encontro. Agora o que todos temos a fazer é lutar para tornar a adopção em Portugal uma realidade mais ágil e dinâmica. Como alguém já disse aqui nos comentários, vamos lutar para que casos como o da Joana e tantos outros não se repitam. Vamos ver e analisar os intervenientes dos processos de tantas crianças que precisam de uma verdadeira família, e fazer alguma coisa.
Começo por dar os meus parabéns à organização do encontro, que proporcionou um dia de reflecção sobre a matéria da adopção - tema que pontualmente é discutido , e que aqui foi abordado sem tabus.
Levantaram-se uma série de questões/erros que poderão vir a ser culmatados de futuro se estas vozes se continuarem a fazer ouvir.
Eu inscrevi-mecomo casal candidato à adopção, mas ainda não dei início a qualquer processo burocrático. Ainda n passei por avaliações, angústias, "desertos", situações de perda de esperança, nada disso. E a minha avaliação, com uma visão "naïf" sobre o assunto, revela que o processo de adopção acaba por se transformar numa batalha que não é saudável para ambas as partes interessadas.
A ansiedade dos pais termina com a chegada do filho, mas será que essa angústia que se viveu não irá ter influência nesse relacionamento?
As vozes que se fizeram ouvir traziam uma carga muito forte de raiva contra a segurança social, as técnicas, a lei, os tribunais, as pessoas, as situações a que assistiram, a falta de informação, a espera, as contradições. Pareciam-me soar como um grito de guerra: " Eu tenho amor para dar a uma criança que precisa de uma família!"
Eu acho que é fundamental o respeito pela família de adopção, para que os propósitos desta opção não se revelem numa busca por algo inatingível e haja um consequente acumular de sentimentos negativos.
O processo de adopção tem de, obrigatoriamente, ser mais esclarecedor.
Tem de existir formação e informação na área da adopção.
Não pode existir espaço para sentimentos negativos.
ola alguem me podia indicar a webside da filomena?? ou outras sides relacionadas com adopção???
Olá, a Filomena disse-me que o site ainda não tem endereço, mas em princípio, assim que ela regressar de férias (daqui a 15 dias) já estará online.
Quero também dar os parabéns à organização do encontro e ao Paulo Simões pela iniciativa e pela forma como decorreu. Eu sou apenas uma «provável» futura candidata à adopção, mas adorei o encontro e espero sinceramente que iniciativas destas voltem a acontecer. Por mim, estou disponível para qualquer ajuda e colaboração.
Sandra
Não querendo tirar o mérito ao Paulo Simões, que o tem, pelo facto de ter criado este blog e por tudo o que ele representa para todos nós que aqui participamos. A verdade é que iniciativa e organização do encontro não se deve a ele.
Fui eu e a Filomena que o organizamos, tendo a a colaboração do António e da Cibele e das Cáritas de Setúbal.
Quero aproveitar para deixar aqui publicamente o meu agradecimento a toda a equipa do Centro Social da Nossa Senhora Da PAz das Caritas de Setúbal pelo seu trabalho competencia e simpatia. A eles devemos muito do exito que foi o encontro!
Olá a todos os Participantes,
Antes de mais, um agradecimento aos promotores e aos que trabalharam para a concretização do encontro. Um obrigado também às educadoras que tomaram conta da nossa filha e ao Dr. Álvaro Quintas, que para além de todo o seu contributo para o evento, ainda carregou e arrumou imensas cadeiras no final!
Acreditamos que é o início de algo que irá continuar e estaremos disponíveis para fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que se concretize.
O que ouvimos foi importante mas, mais importante, foi verificar que há muita gente que acredita na adopção como opção. Não é apenas o objectivo de ter um filho mas sobretudo de levantar o pano e mostrar um problema que nos toca a todos, o da infância esquecida, descuidada, o dos direitos da criança não respeitados.
Cerca de 70 pessoas ouviram de corpo e alma o que foi dito na sala, as instituições envolvidas, os problemas levantados, a coragem em se falar abertamente.
Mas para além dos encontros é necessário contribuir no blog, disponibilizar material, tudo o que descobrirmos e soubermos deve ser divulgado, para manter a dinâmica do grupo ao qual se seguirá certamente algo de mais estruturado.
Nós começaremos com a divulgação da iniciativa, do Blog, da associação COLO e de tudo o que for relacionado, pois se todos o fizermos teremos um efeito multiplicador, afinal existem 2500 famílias, e tantos outros, que acreditam no mesmo.
A este propósito convido-vos a visitar o site de uma associação que nasceu quase da mesma forma: www.filodiarianna.org. A associação e o site são italianos mas creio que não terão dificuldade em ler.
Em conclusão, as nossas expectativas sobre a iniciativa foram largamente ultrapassadas e lamentamos não ter participado mais activamente por termos descoberto o blog em cima do acontecimento mas agora tentaremos estar presentes e sobretudo contribuir!
Bem haja!
Rosanna, Victor & Vitória
Bom dia!
Não sei se já têm conhecimento, mas há um site com um relatório enorme sobre a adopção em portugal. ainda não li todo, mas deixo aqui onde procurar, porque pode ter interesse. É no Observatório Permanente da Justiça.
Afixado por: Manuela em outubro 19, 2004 11:37 AMO meu agradecimento à Manuela pela informação que nos enviou.
O link para o Site é este:
http://opj.ces.uc.pt/portugues/relatorios/relatorio_12.html
Onde poderão fazer o download do ficheiro PDF com 440 páginas (5,914 KB).
Afixado por: PauloS em outubro 19, 2004 02:17 PMolá a todos
eu acho que correu tudo bem,embora a intervenção da ss com slides me tivesse cansado,por ser lida e ser tão técnica.
para um furuto encontro acho muito importante que tenhamos bem à vista o nome(ou nickname) e a nossa situação actual ex:
gibarao
mãe adoptiva
algarve
o que lhes parece???
é que senti falta de reconhecer os outros do blog,e mesmo para que estreitemos laços,é sempre melhor saber o "nome" dos que estão à nossa frente.
achei tambem que precisamos de mais tempo para debate,e que se conte aos outros os nossos problemas,mas que se passe logo para algo positivo,tentando arranjar ideias de melhorar o que esteve mal connosco,e não ficar a repisar os aspectos negativos.
tomara que a associação colo,consiga juntar-nos todos outra vez e que o próximo encontro seja ainda melhor,(não se esqueçam de passar palavra a quem conhecem que achem que pode querer ser sócio da COLO,quantos mais melhor
PAULO -não era boa ideia pormos no blog uma cópia da folha de INSCRIÇÃO,para quem quiser poder imprimir?
eu tenho uma em branco se precisarem.
gibarao
Afixado por: gibarao em outubro 20, 2004 11:05 AMA todos os que participaram no encontro e aos que não estiveram presentes:
Julgo que o encontro correu bem, foi muito interessante e dinâmico.
Concordo que não houve muito tempo para debate e talvez intervenções a mais para o tempo que havia.
Acho que foi importante num primeiro encontro fazer-se uma identificação dos problemas sentidos e vividos pelas pessoas.Ouvir quem estava e ouvir a sua experiência pessoal. Este passo era importante e necessário. Só com a identificação das difuculdades se pode apresentar propostas de alteração de melhoramento.
Tal como a gibarao diz e com a qual concordo, temos agora de dar o segundo passo e seguir em frente.
Talvez fosse importante um outro encontro (não sei quando) para dar continuidade a este trabalho iniciado por todos os que estão ou estiveram envolvidos em processos de adopção.
Vamos andar para a frente, olhar para o futuro, pensar, reflectir e tentar apresentar propostas de avanços e melhoramentos nos procedimentos, na informação, na instrução dos processos, no acompanhamento. Apesar das dificulades, quando temos os nossos filhos connosco, toda a luta valeu a pena e tudo é olhado e sentido com muita alegria e felicidade.
Vamos tentar que o caminho a percorrer até termos os nossos filhos nos braços seja menos penoso e angustiante. Num processo de adopção só deveria haver lugar para alegria, emoção, felicidade e muita, muita emoção. É isso que todos sentimos quando olhamos para os nossos filhos, não é?
Por eles toda a luta vale a pena.
Maria Joana
Afixado por: maria joana em outubro 20, 2004 12:03 PMOlá a todos,
Tenho observado alguns comentários sobre a Associação COLO, mas ainda não encontrei nada que me fizesse chegar até eles. Gostaria de ter alguma informação sobre esta Associação, para também me poder inscrever. Também nós somos candidatos a pais de adopção, mas ainda muito no início, aguardando a 2ª entrevista. Obrigada a todos os que têm participado neste Blog, que nos tem sido tão útil.
Fui professora de um menino de 10 anos que se encontra num Lar onde foi colocado há 2 anos pela Comissão de Proteção de Menores.Retirado aos pais por maus tratos fisicos e psicologicos,nem sequer lhe era permitido dormir um fim de semana em casa.Comecei a interessar-me pela sua situação,passei a acarinhá-lo como aos meus filhos e a dependência passou a ser mútua.Quando remeti ao Tribunal de Menores um pedido para que me fosse concedida uma medida de proteção e que a minha casa substituísse o LAR ,a Comissão de Menores resolveu que a familia de origem devia ser recuperada.Não me conformo;sei que ele não vai ser feliz nem estimado por ninguém.Neste momento os responsáveis pelo processo nem o telefone me atendem e no próprio LAR há quem me diga que não desista dele,mas a Comissão é soberana e resolveu desprezar o imenso Amor que sinto por aquele menino,que no passado dia 2 de Março nem sabia que fazia 10 anos se eu,e só eu não lho dissesse e festejásse.
Olá
Eu também gostei muito do Encontro e quero deixar o meu agradecimento público às organizadoras, Filó e Patrícia, e o meu apreço pela Caritas, que nos acolheu muito bem.
Os testemunhos dados pelos nossos companheiros também foram muito importantes, é a meta para onde todos temos de olhar.
Ainda bem que veio gente de todo o lado, é bom sabermos que existem tantas famílias a lutarem do mesmo lado. E que tudo fazem para dar Amor. Nisso o exemplo da Mª João é fantástico; como ela sempre diz: "Eu corri o mundo para encontrar a Sara".
Beijinhos a todos
Sil
Olá,
Fico chocada e sinto que não existe justiça quando leio de experiências como a de Ana Camila. Será que é necessário conhecer alguém de importante, estar bem relacionado, ser amigo de um juiz para que justiça seja feita?
A união faz a força e é isso que tem que acontecer. Sozinhos conseguimos pouco ou nada, mas juntos as probabilidades de conseguir algo aumentam.
Penso que é isso que nos temos que propor e é isso que me pareceu que também A Colo está a tentar fazer, oferecer um colo não apenas para as crianças mas também para os pais.
Ninguém tem o contacto da Colo para que a Ana Camila possa obter aconselhamento? Na ficha existe apenas a morada.
Uma abraço e boa sorte Ana Camila, não desistas o futuro daquele menino parece que neste momento depende de si e se podermos ser útil de alguma forma lance um apelo, muitos responderão.
Ciao
Rosanna
Afixado por: Rosanna&Victor em outubro 21, 2004 05:56 AMOLÁ ANA
ACHO QUE DEVIA ENVIAR A SUA HISTÓRIA PARA A COLO E PEDIR AJUDA
O MAIL É:
COLO_APPA@CLIX.PT
SE NÃO CONSEGUIR CONTACTA-LOS,POR FAVOR PEÇA-ME PARA O MEU MAIL,QUE EU ENVIO-LHE O TELEFONE DO PRESIDENTE(NÃO ME SINTO CONFORTAVEL EM DIVULGA-LO PUBLICAMENTE SEM CONSENTIMENTO,MESMO POR UMA BOA CAUSA)
PENSO QUE O PAULO PODE PUBLICAR O IMPRESSO DE INSCRIÇÃO NA PÁGINA PRINCIPAL DO BLOG,E APROVEITAR PARA DIZER UM POUCO DO QUE A ASSOCIAÇÃO PENSA SER E FAZER.
VEIO NO DN DE DIA 18 UM ARTIGO SOBRE O ENCONTRO QUE PENSO ESCLARECE SOBRE A COLO.TALVEZ FOSSE GIRO O PAULO PO-LO TAMBEM À VISTA.
GIBARAO
Afixado por: GIBARAO em outubro 21, 2004 03:34 PMO artigo do DN está publicado neste post, um pouco mais para cima.
O contacto da colo é através do email que apresenta.
Aguardo que a COLO me envie a ficha de inscrição para disponibilizar aqui no blog
Olá Alexandra.
Eu sei que a organização não foi do Paulo Simões. Por isso é que eu agradeci à organização E ao Paulo Simões, essencialmente pela criação deste blog que no fundo abriu a porta à possibilidade deste encontro. Mas já agora aproveito e agradeço mais uma vez esta experiência (para mim deveras positiva) que a Alexandra,a Filomena, a Cáritas de Setúbal e os outros colaboradores me proporcionaram. Além de esclarecer bastantes dúvidas sobre todo o processo de adopção, estabeleci diversos contactos e recolhi várias informações essenciais para a realização da dissertação da minha tese.
CONSELHO SUPERIOR DE INFORMAÇÃO
O RELATÓRIO DA LINHA DO ESTORIL
A Pergunta: O que diz a MINUTA do RELATÓRIO 2A
sobre "Actividade Ostensiva no Palacete Leacock" ?
R.I.A.P.A.
Afixado por: Brigada Bajoulo em outubro 28, 2004 02:03 PMSomos duas finalistas do curso de jornalismo e estamos a fazer um trabalho académico sobre a nova lei de adopção.Pelas pesquisas que já fizemos percebemos que, para além de continuar a existir uma grande falta de informação, o processo não se mostra mais rápido e eficaz.Solicitávamos que nos ajudassem a compreender esta realidade de modo a que a possamos descrever correctamente. Para tal podem contar-nos a vossa experiência e opinião pessoal acerca deste assunto.
Agradecemos a vossa colaboração.
Atenciosamente,
Andreia Rodrigues e Andreia Agostinho